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A educação virou uma indústria? A importância do consumo consciente está presente até mesmo nos estudos.

 

 

 

No Brasil, a economia guiada pelo mercado se reflete no espectro educacional. Tal conjuntura influencia na percepção da educação por parte de educadores, pais e estudantes.

 

As escolas infantis privadas procuram se destacar com investimento em infraestrutura, tecnologia, entretenimento, entre outros. O ensino médio agora é bilíngue, tecnológico e possui diferentes métodos de abordagem educacional.

 

A reforma do ensino médio, por sua vez, propõe flexibilizar e adaptar o currículo vigente para as exigências do mercado de trabalho. A formação técnica e profissional é cada vez mais debatida e requisitada.

 

Curiosamente, na era da internet, em que o acesso à informação depende apenas do indivíduo, as ofertas de cursos superiores se multiplicam (assim como o preço das mensalidades estão nas alturas).

 

A geração dos "millenials" cresceu ouvindo a importância de fazer faculdade, pós-graduação e estudar inglês. De certa forma, a educação passou a ser vista como um “ativo”, ou seja, acredita-se que o diploma reflete na capacidade de ganho do indivíduo, especialmente no mercado de trabalho assalariado.

 

A educação é primordial para o indivíduo e seu valor é intangível. Contudo, é necessário que até mesmo o gasto com educação seja consciente. Se as escolas privadas estão com abordagem mercadológica em relação ao ensino, não deveríamos lidar da mesma forma ao comprometer nosso orçamento?

 

Um investimento em uma universidade, por exemplo, não garante mais o mesmo sucesso profissional que antigamente. A pós-graduação, mestrado ou o MBA, somente propiciam avanço na carreira se realizados com coerência em relação à trajetória profissional ou de acordo com aspirações futuras.

 

Por isso, imprescindível analisar a viabilidade de assumir altas dívidas antes de ingressar em cursos. Muitas habilidades podem ser adquiridas online (com custos amigáveis) ou de maneira totalmente gratuita (incluindo grande parte do aprendizado de novas línguas).

 

Ainda existem situações, é claro, em que o diploma é indispensável. Mesmo assim, é necessário analisar o custo e o benefício do programa de estudos, ou seja, a relação entre o gasto (mensalidades e demais cultos incidentais) e o seu retorno (seja esse pessoal, financeiro, emocional, entre outros).

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