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O que será de mim na era digital? Serei substituído por um robô?

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Está preocupado com o futuro da humanidade na era digital? Confira aqui as dicas da Fly e não entre em pânico:

 

 

 

O avanço da tecnologia começou a substituir diversas profissões: cobrador de ônibus, profissional de telemarketing, datilógrafo, bibliotecário, telefonista, entre outros.

 

Muitos negócios tradicionais também foram afetados, tais como as bancas de jornal e as vídeo locadoras. Até mesmo o motorista do Uber está em perigo de extinção, com o avanço dos carros que não precisam de motoristas.

 

Com tantos postos de emprego sendo extintos, cada vez mais parece que a tecnologia (que tanto amamos) é o grande vilão da humanidade.

 

O uso da tecnologia demanda ainda diversos recursos materiais e energéticos, o que possui implicações ambientais, tais como o aquecimento da terra, a poluição e os acidentes com as petrolíferas.

 

O medo da tecnologia não é sequer novidade.

 

Durante a revolução industrial, especialmente na Inglaterra do século XVIII, os turnos de trabalho eram extremamente exaustivos. Os operários eram submetidos a todo tipo de situação desumana e degradante, tais como trabalhar sem qualquer equipamento de proteção, em locais imundos, aguentando o calor excessivo, com perigo de amputação de órgãos, em ambientes fechados e com facilidade para transmissão de doenças.

Para piorar a situação, muitos operários começaram a perder seus postos de trabalho com a automatização.

 

Revoltados em virtude de suas condições precárias, alguns trabalhadores começaram a quebrar as máquinas, movimento este que ficou conhecido como ludismo. Os ludistas acreditavam que as máquinas restringiam a oferta de emprego e, por isso, eram as culpadas pelas suas dificuldades. Mas o que poucos sabiam, é que o verdadeiro lobo do homem não era a máquina.

 

Hoje em dia, o paradigma é o mesmo. Embora a tecnologia seja uma grande aliada na produção de riqueza, nem todos acreditam que seu avanço irá proporcionar efetiva melhora na qualidade de vida da população.

 

Mas nem tudo está perdido! A melhor saída é a utilização da tecnologia como nossa aliada.

 

Que bom seria se a humanidade pudesse aproveitar o tempo livre para criar e fazer o que efetivamente ama? Ou você vai dizer que é ótimo lavar as suas roupas sujas com as mãos?

 

A tecnologia propicia diversos instrumentos de gestão democrática e de produção. A internet é cada vez mais acessível e, com isso, fica cada vez mais difundida a informação, conteúdos, notícias, músicas, filmes, jogos, aprendizado de línguas, entre outros.

Na era digital, a informação passa a ser a principal riqueza. Diversas empresas surgem em plataformas digitais e alcançam consumidores de todas as partes do mundo. Empresas fazem fortunas conhecendo melhor os comportamentos de seus consumidores.

Além disso, cada vez mais pessoas reinventam suas profissões. As que dependem de talento artístico e criativo passam a ser muito valorizadas: tais como artistas plásticos, youtubers, comediantes, dançarinos, gamers, roteiristas, escritores, atores e pianistas.

Outra forte tendência é qualquer profissão que seja aliada à tecnologia, tais como engenheiros especializados em projeção e manutenção de máquinas, programadores, especialistas em TI, designers de game, entre outros.

 

Por isso, ao invés de praguejar a tecnologia, o melhor remédio é utilizá-la para aprender a programar, rs. Aliás, provavelmente programação será o novo inglês nos próximos 10 anos... E o novo alfabeto em 20.

 

Como dizia Marshall McLuhan: “Os homens criam as ferramentas e as ferramentas recriam os homens”[1].

 

 

[1] http://www.viniciusghise.com.br/blog/homens-criam-ferramentas-ferramentas-recriam-homens/

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