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Educação como ferramenta de empoderamento. Tem que estudar tecnologia, sim!

April 15, 2018

 

 

Cada vez mais se discute as diferenças salariais entre homens e mulheres no mercado de trabalho.

 

Muitos avanços e direitos foram alcançados pela constante luta das mulheres. Por outro lado, as estatísticas apontam que ainda há muito a ser feito. A maternidade ainda pesa mais sobre a mulher, a carga e administração de tarefas domésticas é injustamente distribuída e a ascensão de mulheres para cargos de liderança é muito limitada.  

 

Alguns trabalhos que eram exercidos tipicamente por mulheres, até hoje possuem remuneração mais baixa se comparados a profissões tidas como masculinas. Isso pode ser notado especialmente em profissões que envolvem cuidados, tais como babá, empregada doméstica, educação infantil, entre outras. O tempo de disponibilidade da mulher acaba sendo desconsiderado pela sociedade, como se fosse sua característica inata e obrigatória cuidar, nutrir e proteger.

 

Serão décadas até que as diferenças possam ser minimizadas. Contudo, a idade ativa de um trabalhador passa muito mais rápido que as transformações sociais. As mudanças são lentas e insuficientes para toda uma geração que está estudando, crescendo e em breve estará no mercado de trabalho.

 

Por isso, é necessário que nossas garotas estudem e aprendam ferramentas que proporcionem verdadeiro empoderamento.

 

Ao estudar, as meninas devem levar em consideração diversos fatores, tais como média de remuneração, empregabilidade, gostos pessoais, liberdade criativa, possibilidade de mobilidade geográfica e de trabalhar de forma empreendedora e inovadora.

Por isso, as mulheres devem enfrentar um novo desafio e passar a dominar o mercado do momento: a tecnologia.

 

Na área de TI e tecnologia em geral, basicamente não tem mulheres. Diversos relatos informam extremas dificuldades para as mulheres iniciarem e continuarem na área[1]. A diferença já começa na faculdade[2] e vai se agravando ao longo da vida profissional.

Contudo, se tecnologia é o futuro, não é possível aceitar que os homens possam monopolizar o setor. Quanto mais mulheres estudarem e ingressarem no mercado, mais rapidamente as os paradigmas atuais serão testados.

 

O estigma social relativo ao TI, informática e programação, que supostamente seriam áreas de interesse predominantemente masculino, por exemplo, deve ser honestamente questionado.

 

Não há motivo para dizer que mulheres se dão melhor nas áreas sociais e de comunicação, por exemplo, pois além de a visão ser estereotipada, a programação não deixa de ser uma linguagem, como qualquer outra. E nada mais humano que linguagem.

 

Até mesmo a ONU desenvolve ações para incentivar as mulheres a entrar na tecnologia.[3] Por isso, o dia 27 de abril foi instituído como o dia das mulheres na área de informação e comunicação, com diversas ações, as quais incluem programas de capacitação.

Por isso, você garota, não perca tempo: pense em começar hoje mesmo a aprender o básico de programação.

 

 

[1] http://thinkolga.com/2013/09/23/girl-tech-power-as-mulheres-de-ti/

[2] http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2015/08/por-que-ha-menos-mulheres-no-setor-de-tecnologia.html

[3] https://nacoesunidas.org/em-dia-mundial-agencia-da-onu-encoraja-mulheres-e-meninas-a-participar-do-mercado-de-tecnologia/

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