© 2019  FLY EDUCAÇÃO E CULTURA.

  • Facebook Basic Black
  • Black Instagram Icon
  • Black LinkedIn Icon

October 11, 2019

Please reload

Posts Recentes

Líderes empáticos: por que o futuro é deles?

September 18, 2019

1/8
Please reload

Posts Em Destaque

Sobre não saber o que fazer... E ainda assim, estar tudo bem!

May 1, 2018

 

Essa não é mais uma balela motivacional. Você já parou para pensar, como muitas vezes fazemos as coisas simplesmente porque achamos que devemos fazê-las, sem verificar se há alguma alma ali dentro? Manter a mente aberta e ter disposição são só dois pilares que nos ajudam a ir mais longe em vários aspectos da nossa vida. Sim, eu sei que muitas vezes tem mais a ver com acreditar e persistir, do que qualquer outra coisa. Mas, muita vida se vai no caminho dessa nossa ânsia de acertar em tudo o tempo inteiro, seguindo um script mental, sem nem saber para onde ir. É como se ver andando em círculos, segurando um trevo de quatro folhas em uma mão e um livro de auto ajuda na outra.

 

Aliás, como passar a fazer as perguntas corretas e desenvolver melhor o nosso potencial?

A minha reflexão sobre isso atingiu seu ponto máximo recentemente, quando uma colega compartilhou comigo alguns infográficos extraídos do Pinterest. Eles mencionavam fórmulas e mais fórmulas, sobre como conseguir mais produtividade fazendo isso ou como aproveitar melhor a vida fazendo aquilo. Então, ela me perguntou o que eu penso sobre. Prontamente, respondi que desconfio muito dessas receitas, porque o que não funciona para um, funciona para outro (e vice versa). E depois disso, lamentei pela nossa cabecinha já tão sem filtro sobre o que serve ou não para nós, exausta por perseguir a indicação dos outros sobre o caminho das pedras. E quem nunca passou por isso, que pegue uma e atire!

 

Esse mal/bendito estopim que me ajudou a mergulhar mais profundamente e a analisar alguns aspectos importantes, me trouxe também a real noção sobre quanto tempo perdemos achando que se agirmos exatamente da maneira X, vamos conseguir ao menos conquistar aquela tão almejada pontinha do iceberg, que aquele outro ser humano do outro lado da tela conseguiu. E você, também do outro lado da tela, já percebeu como esse apanhado de informação muitas vezes é nocivo? Saber que o outro é a apenas a nossa referência para a percepção da nossa própria individualidade, e não o nosso fiel espelho, ajuda a gente a querer trilhar o nosso próprio caminho. Sem mais comparação, baixa estima, frustração ou auto sabotagem. Fácil? Não!

 

É preciso entender que o externo nunca será o nosso norte e indicador de performance, sucesso, reconhecimento ou "whatever" (insira aqui o que mais tentou conseguir nos últimos tempos e julga ter fracassado). Vejo pessoas incrivelmente talentosas reclamando, pois não compreenderam ainda que sem uma jornada profundamente bem vivida, não haverá meta alguma que as satisfaça. Quanto mais perdido você se sente, mais está naquele momento incrível que tanto esperou, pronto para redescobrir aspectos importantes de si mesmo e para recomeçar a preencher a sua vida com propósitos mais alinhados com a sua própria verdade atual. Você não precisa dar certo, você já é o certo. Todos os dias e a todo momento. Te falta apenas aproveitar.

Share on Facebook