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Reaprendendo a Ser Humanos - Parte I

August 7, 2018

 

Sentimentos... Tão complexos que o melhor a se fazer é deixá-los “para lá”. O
importante mesmo é alcançar a lua, construir máquinas, desenvolver tecnologias,
remédios, cosméticos, super alimentos, explorar marte e estimular a economia.
Valorizamos os grandes feitos do Homem e insistimos em acreditar que a destruição faz
parte da evolução.


Sentimos e pensamos, mas insistimos em acreditar que pensar é mais importante que
sentir. Insistimos em acreditar que aprender matemática é mais importante que
aprender sobre o amor. Afinal, se você souber matemática você poderá se tornar um
grande engenheiro, terá reconhecimento e dinheiro. E com dinheiro, você terá todas as
oportunidades que desejar: conhecer o mundo, comprar o que quiser, frenquentar os
melhores restaurantes, as melhores festas, conhecer as melhores pessoas. Mas, parece
que nada disso é suficiente. O mundo poderia ser melhor, as coisas estragam rápido, o
serviço do restaurante deixou a desejar, a festa estava chata e as pessoas... Que
pessoas?


A vida é uma jornada de aprendizado. Aprender envolve necessariamente experimentar
e experimentar significa descobrir. Descobrir o que funciona e o que não funciona. Um
depende do outro, são inseparáveis. Mas, por alguma razão, insistimos em acreditar
que somente o que funciona tem valor; o que não funciona não serve para nada. É
perda de tempo e dinheiro. E se você é uma pessoa que perde dinheiro, é um
fracassado. Jamais será reconhecido ou bom o suficiente.

 

Insistimos num mundo que separa o sentir do pensar e o erro do acerto. Mas, a
matemática comprova: é impossível separar o que está contido. Se está contido faz
parte. Ou seja, segundo a matemática, é impossível separar o sentir do pensar e o erro
do acerto. A isso damos o nome de dualidade e a vida é dual: nascimento e morte, luz e
sombra, certo e errado, matéria e energia, bem e mal, amor e desamor, alegria e
tristeza, subidas e descidas.

 

A vida é uma jornada de aprendizado e estamos aqui para descobrir o que funciona e o
que não funciona. Há centenas de anos insistimos em evitar a morte, a escuridão, o
errado, o mal, o desamor, a tristeza e as descidas da vida. Estávamos tentando acertar,
mas o erro faz parte do acerto e estamos começando a perceber que só aprender
matemática também não é suficiente. Sabemos que há um vazio... Uma falta que insiste
em fazer falta.

 

O erro faz parte do acerto e estamos começando a entender que ao evitar o desamor,
não fomos capazes de amar; ao evitar a morte, deixamos de viver; ao evitar a escuridão,
deixamos de brilhar; ao evitar o mal, deixamos de fazer o bem e evitamos tanto a
tristeza que mal sabemos como é sorrir... Evitamos tanto o sentir que nem sabemos
mais o que pensar!

 

Continuará na Parte II, fique ligado!

 

---------

 

Obrigado por ler tudo até aqui.

 

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