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October 11, 2019

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Padrão Colaboração vs Competição: Quem vai ganhar?

August 21, 2018

 

Soft skills. Assim são chamadas as habilidades socioecomocionais que mais procuram - ou dizem procurar, porque parece ter ficado cool só nos ultimos anos - os Recursos Humanos nas empresas.

 

Parece, que o ser Humano, num impeto em direção á tão aclamada perfeição ou competição que tanto nos ensinam desde os primeiros anos de vida, esqueceu da interação, da colaboração e da importancia que se colocar no lugar dos outros, tem no dia a dia em qualquer lugar no qual interagimos com outras pessoas.

 

Até re-descubrir -provavelmente perdemos isso ao longo da historia, focando mais na satisfação individual que nas sucessos coletivos- a importancia do outro e da “colaboração vs competição”, o método clásico de ensino passava, e ainda passa, por uma grade curricular fixa, materias universais, busca de ser sempre o melhor e conquista de um padrão imposto, em vez que desejado. Porque no alcance do melhor padrão -qualquer que ele seja- almejava-se o encontro com a felicidade, sendo ele necessariamente um padrão de vida consumista, egocéntrico e narcisista.

 

 

A colaboração é muito mais criativa e eficiente que a competição

 

 

Parece que, agora, esse padrão nao esta nos brindando a felicidade declarada, que os padrões de fato não existem e que a colaboração é muito mais criativa, eficiente e divertida que a competição, porque nesta jornada qué é a vida, ha muito mais sentido em divertir-se no caminho que em conquistar algo que nem sequer escolhemos.

 

Eis a importancia dos soft skills. A necessidade de se conhecer para reconhecer o outro, a tomada de consciencia, o que nos torna humanos comparado com a inconsciencia do impulso animal.

 

Acredito que a partir disso, tenha nascido a vontade de introduzir essa noção socioecomocional nas escolas. Porque isso se cria, não na ponta dos processos onde chegamos -ou onde nos levam?- cheios de armadilhas, orgulhosos de nossa conquistas, cheios de nos, mas escondidos atras de uma mascara qué a sociedade quis nos colocar e que nos obriga a manter no dia a dia, desde o trabalho até nas nossas casas.

 

A empatia é uma materia sim, como muitas outras, com a diferença que nos livros isso não entra. Como não entra o autoconhecimento, por não ser um padrão, mas sim uma caminhada consciente que precisa de instrumentos para fugir dos padrões estabelecidos e nos levar para o nosso proprio destino da forma que cada um deseja ser. Não tem regra, não tem padrão, mas existe sim, sensibilidade e interação.

 

Existem métodos “fora da caixa”, que tão fora não são se admitimos a subjetividade de cada individuo, para trasmitir essa capacidade. Somos humanos e aprendemos errando, o erro é parte do crescimento e não ha evolução sem este processo. Por isso, não existe padrão.

 

Há quem erra uma, quem cem, quem mil vezes. É nisso que aprendemos e nisso, que gera-se uma responsabilidade frente às outras pessoas. Porque aí esta a capacidade desta pessoa lidar com a evolução e querer ensinar os outros sobre o que o crescimento brinda (não é porque não erramos ou que somos mais empáticos por definição que a nossa tarefa acaba). 

 

 

Empatia nos ensina qué somos vulneráveis.

 

 

Mas para a vulnerabilidade ser reconhecida é necesario um grau de autoconhecimento que nos permita, primeiro ser consciente dos limites, segundo reconhecer que os limites nos fazem errar, mas que errar é necessário para crescer e para colocar o limite mais a frente. E quado crescermos , a visão amplia, eis que se faz necessário lidar com isso.

 

Liderança é condução, nao esforço. Liderar é compartilhar nao competir.


Por fin liderar, é usar o autoconhecimento para estimular a empatia e usar ambos em prol do desenvolvimento pessoal.

 

Vejo, nos dias de hoje, medo de errar, busca da perfeição e competição em detrimento do outro. E é neste exato momento que precisamos recuperar nossos principios, nossa consciencia como ser humanos e aprofundar o conhecimento.

 

É neste ponto que o líder empático e autoconsciente encontra o conceito de empreendedorismo. Porque somos todos potenciais empreendedores. Ninguém montou uma empresa sabendo qual seria o resultado, ninguém construiu algo perfeito de cara e felizmente, as caídas e os sucessos de um empreendedor fazem parte de uma jornada muito mais longa que a simples conquista de um lugar no mercado.

 

A empresa é viva, desenvolveu-se pelas pessoas e com as pessoas e ela reflete a cultura que os humanos lhe deram para tornar-se quem ela é e como ela encara o mercado. E mais uma vez, a questão hoje em dia não é competir mas sim, colaborar, encontrar sinergias e utiliza-las para o desenvolvimento sustentável da sociedade.

 

A chamada sharing economy não teria sido divulgada no seculo passado e mesmo com as melhores intenções, não teria desenvolvido num sistema antigo de acumulação de poder e dinheiro em detrimento dos outros.

 

 

A melhor aprovação é a nossa propia autoestima

 

 

Por fim, sobre os instrumentos para alcançar esta consciencia e ajudar as pessoas desenvolverem em autonomia, acredito na metodologia do design thinking, apesar do que, na minha opinião, pode ser contaminada pela continua interação com o externo na busca da aprovação. Não há aprovação melhor, que a nossa propria autoestima e confiança que estamos no caminho certo.

 

O primeiro passo para que o processo desenvolva de maneira natural e autónomo é sempre o autoconhecimento.

 

Isso é indispensável: nós conhecermos para ser firmes e convencidos do nosso caminho. Porque ali desperta a vontade do individuo, e daí nasce a empatia necessária para entender e ajudar os outros.

 

Daí a vontade de mudança e de evoluir, o empreendedorismo social, o gosto pelo desafio e a força para encara-lo porque o mundo precisa de mudanças. Por fim, um método, alem do autoconhecimento, para que isso aconteça e possa ser um processo legitimo, verdadeiro  em constante evolução.

 

O design thinking como metodologia para a tomada de decisões e para o desenvolvimento de um projeto de vida interativo, dinâmico e que deixe espaço para a criatividade, emoção, e as mudanças ao longo do caminho.

 

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Obrigado por ler tudo até aqui.

 

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