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Os objetivos de desenvolvimento sustentável elaborados pela ONU, em 2015, representam uma série de ações que devem ser prioridades nas políticas públicas internacionais até 2015, incluindo educação.  Conhecida também como Agenda 2030,  os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) trabalham com metas e propostas claras para que cada país adote um desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade e necessidades das futuras gerações.

 Mas onde a educação entra nessa história?  

 

Dos dezessete objetivos para um desenvolvimento sustentável que tratam de ações para as pessoas, planeta e prosperidade a educação é tema de um deles:  O objetivo número 4, que busca assegurar uma educação inclusiva e equitativa de qualidade, promovendo oportunidades de aprendizado ao longo da vida para todos. De acordo com a ONU, o objetivo principal dessa meta é promover, capacitar e empoderar os indivíduos, ampliando as oportunidades das pessoas mais vulneráveis no caminho do desenvolvimento.

 

Uma educação de qualidade, inclusiva e equitativa no Brasil. 

 

O cenário da educação atual no Brasil não é novidade para ninguém: De acordo com o PISA (Programa internacional de avaliação de alunos) que mede o desempenho escolar mundial, o nosso país ocupa o 53º lugar em educação, entre 65º países avaliados. Dados da ONG Todos pela educação, que busca melhorar a qualidade e a equidade da educação básica ,afirmam que 78,5% dos alunos que saem do ensino médio não possuem conhecimento adequado de sua própria língua materna, e segundo o  Instituto Paulo Montenegro, estima-se que 27% da população brasileira não é capaz de compreender e interpretar textos básicos, os chamados analfabetos funcionais (esses números também incluem universitários).       
Diante desse cenário de dados, gráficos e estatísticas é possível reconhecer que há um bom tempo o Brasil não apresenta evoluções significativas nos indicadores de educação, especialmente pela falta de políticas públicas eficazes. Entretanto, a própria história da educação no Brasil e no mundo nos mostram que esse cenário pode ser alterado com o intuito de promover uma educação de qualidade, inclusiva e equitativa.

 

Hoje em dia é difícil acreditar que tempos atrás a educação se limitava apenas a um grupo específico da sociedade, incluindo a proibição de mulheres nas salas de aulas. Inclusão e Equidade? Palavras desconhecidas naquela época! Até meados do século XVII a educação era algo extremamente elitizada, isto é, a educação era realidade de famílias ricas. Porém, gradativamente através de ideias, projetos e constantes lutas, a educação passou a ser universalizada e hoje por meio de esforços de grupos e até indivíduos o direito à aprendizagem ganhou respaldo na lei e na ética da sociedade.       
 

Ensino de qualidade também significa promover, capacitar e empoderar indivíduos!

 

Uma educação de qualidade está relacionado com o desenvolvimento de uma educação que seja compatível com o nosso contexto social/cultural e que acima de tudo olhe para as pessoas de forma integral. Olhar para as pessoas de forma integral? Sim! Isso equivale a dizer que a educação deve ser pensada além daquelas habilidades já conhecidas, denominadas  habilidades cognitivas (ler, escrever, memorizar, raciocinar etc) e se preocupar no ensino-aprendizagem de questões socioemocionais.

 

 

O projeto semente é uma realidade!

 

 

 Desde a sua criação o projeto semente tem atuado a favor de uma educação de qualidade, preparando os alunos com todas as competências que necessitam para se desenvolverem no mundo em que vivemos e serem protagonistas de sua própria história. Uma educação de qualidade, inclusiva e equitativa é possível em nosso país!

 

 
 

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