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IV Simpósio sobre Adolescência e o II Fórum (Re)pensando a Educação

October 19, 2018

Um simpósio, segundo a nomeação do site da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo) é uma reunião ou conferência para discussão de determinado assunto, encontro no qual diversos oradores refletem e discutem determinado tema perante um auditório, e foi efetivamente isso que ocorreu no “IV Simpósio sobre adolescência e o II fórum (re)pensando a educação internacional” (4th International Symposium on Adolescence(s): Vulnerabilities, Protagonisms and Challenges), entre os dias 3 a 5 de outubro na UNIFESP, localizada na rua Botucatu, 862 Vila Clementino São Paulo, sendo que no dia 2 de outubro ocorreu um pré-simpósio com a oficina “Você escuta verdadeiramente?”, que de um modo interativo, abordou temas como a fenomenologia, o não julgamento, a escuta empática mostrando as atitudes que a facilitam,e a comunicação autêntica que mostrou como verdadeiramente se comunicar e responder compreensivamente. 

 


As palestras apresentadas no simpósio foram dinâmicas e com bastante conteúdos, entre elas estão: "Adolescentes público alvo da Educação Especial: como incluir num mundo que exclui ?" do Prof.Dr. Mauro Muszkat, realizada no dia 3 de outubro, que mostrou um pouco sobre a educação de adolescentes especiais e o que fazer para melhora-las  para que o aluno não se sinta excluído. A palestra "O professor e o adolescente: conectados na aprendizagem socioemocional", das doutoras Adriana Foz e Alcione Marques, aconteceu no dia 4 de outubro, mostrou que os professores têm grande importância na vida dos alunos, e se eles não dominam o aprendizado socioemocional, acabam não conseguindo se comunicar nem entendê-lo, prejudicando a aula, enquanto os que possuem essas habilidades acabam ajudando o aluno tanto dentro da sala de aula, quanto fora dela e as aulas ficam mais produtivas e interessantes, Adriana e Alcione dão cursos sobre aprendizagem socioemocional voltada para os professores.
Algumas palestras trouxeram discussões nas quais os próprios adolescentes que estavam presentes puderam participar, como na palestra das doutoras Adriana Foz e Alcione Marques que ao final contou com a participação de quatro adolescentes que subiram ao palco e contaram suas experiências nas escolas, como os professores os ajudaram a passar por momentos difíceis e como ao observar o professor, os alunos conseguiram auxiliar e servir de exemplo aos mais jovens, essencialmente por causa da aprendizagem socioemocional. Além das palestras também foram disponibilizados tempos entre as mesmas para mostrar novos conteúdos como filmes e livros que tratam sobre adolescentes e todas as dificuldades, que podem auxiliar o professor no seu relacionamento com os alunos, assim como também podem mostrar aos adolescentes como solucionar problemas e como se encontrarem, como por exemplo a série “Atypical” e o livro “Confissões de um Adolescente Depressivo” do autor Kevin Breel. No final de cada dia um momento com maior interação era proporcionado, como por exemplo o scape room, com o tema “Alienação” do primeiro dia, no segundo dia foi o “Fórum Reinventando Educação”, e no ultimo dia ocorreu a premiação e a comissão científica.O simpósio disponibilizou um tempo para que os participantes pudessem observar os pôsteres expostos e visitar os expositores que ali estavam, para mostrar e divulgar seus trabalhos com a educação e os adolescentes, entre os expositores estavam Alumia, Fly, algumas editoras, artesanatos, entre outros.

 

A ONG Fly Educação e Cultura esteve no evento com um stand para mostrar a sua atuação, propósito e o que tem feito para melhorar a educação das crianças e dos adolescentes. Para isso algumas dinâmicas que são dadas aos alunos foram disponibilizadas para o público do simpósio, como a mandala, que tem o propósito de acalmar e a roda da vida, que mostra como o aluno está se sentindo naquele momento, quais são as coisas que o afetam para melhorar ou piorar o seu dia e o que ele pode fazer para que o dia fique melhor, a proposta dessa dinâmica é entender como as coisas podem melhorar e o que fazer para que isso aconteça. Também para a interação com o público, a Fly fez com que estes respondessem perguntas anonimamente sobre o assunto central do evento, como: “ Em sua opinião, quais são as motivações dos adolescentes nas escolas?”, “Qual o futuro das disciplinas tradicionais?”, “ O que a educação precisa que a escola hoje não proporciona?” entre outras, depois de respondidas colava-se a resposta na palavra Fly que estava ao fundo do stand (figura abaixo). Os visitantes que se interessassem mais e quisessem incentivar o trabalho do ONG podiam responder um questionário rápido no qual iriam receber informações sobre a Fly. O evento foi um sucesso, o stand obteve muitas visitações, conseguindo, desse modo, mostrar o seu trabalho e influenciar muitos professores e alunos.